Meu Namorado se Matou após Minha Traição.

Fred foi meu 1° e único namorado. estávamos juntos desde os 14 anos.
Começamos a namorar escondidos. sempre fizemos tudo juntos, sempre estivemos juntos. estudávamos na mesma escola, nas mesmas séries e nas mesmas salas.
Fazíamos tudo pelo outro, sabíamos tudo 1 do outro.
Nunca houve problemas entre nós, sempre nos demos bem. tínhamos planos de nos casar e constituir uma grande família logo após nos formarmos, mas a faculdade nos distanciou.
Fred queria Administração e eu Jornalismo. ele foi para uma faculdade pública e eu tive que encarar uma particular. por conta disso passamos a nos ver pouco, somente nos fins de semana. no 3° período comecei em 1 emprego para ajudar a pagar a faculdade, e assim passamos a nos ver somente aos domingos, e à tarde, porque dormia a manhã toda de tanto cansaço.
Nunca tinha reparado em outros homens, nunca tinha parado para conversar com outros homens. porém lá, sob influência de outras amigas e com outros homens por perto, acabou de acontecer de eu me relacionar com o Guilherme. aconteceu mais por insistência dele e das amigas que ficavam me azucrinando. mesmo comigo evitando, fugindo não teve jeito, acabei vencida pelo cansaço.
Tudo bem que me senti atraída por Guilherme, mas a culpa não foi só minha, e também foi só aquela noite.
Se arrependimento matasse já estaria morta, pois não conseguia mais olhar na cara do Fred. inventava doenças ou alegava cansaço para não encontrá-lo. eu ainda o amava, e muito, mas não conseguia mais olhar nos olhos dele. estava me sentindo suja, não conseguia mais abraçá-lo. quando ele me perguntava o que estava acontecendo, eu começava a chorar. estava tendo pesadelos.
Não conseguindo mais conviver com aquela situação, decidi que era hora de contar toda a verdade e tentar conseguir o seu perdão. nunca tinha visto alguém ficar do jeito que Fred ficou: totalmente chocado, com os olhos arregalados e fixos em mim e cheios d'água, sem dizer uma palavra sequer. tremendo, implorei o seu perdão, disse que tinha sido só uma única vez e que não significou nada para mim. não adiantou. ele me olhava ainda mudo e com uma enorme cara de decepção. de repente se levantou e saiu correndo como louco, quase foi atropelado. não atendia meus telefonemas e não conseguia encontrá-lo em casa ou na faculdade. foram dias assim, até que no trabalho recebi o telefonema informando que Fred havia se matado.
Explicou o motivo em uma carta, dizendo que tudo tinha acabado e que a vida não tinha mais sentido. os pais dele me culparam e passaram a me chamar de assassina. aliás, todo mundo passou a me olhar como se eu fosse uma piranha ou uma assassina. não tive outra opção senão deixar a faculdade, o emprego e me mudar de lá.
Nunca mais vou sair com alguém.
Nunca mais!

Enviado por: A Culpada.
Imagem: google.

Não Amo Mais Meu Filho.

Gabriel foi uma criança muito desejada, amada mesmo!
Eu transbordadva de felicidade durante a gravidez. ficava imaginando como ele seria, o rosto, a cor do cabelo, as mãozinhas. cada dia ele era diferente, mas sempre lindo e perfeito!
Gabriel ainda mamava e eu já o via como 1 futuro médico, engenheiro ou até 1 bem sucedido empresário.
Já me preparava para ter trabalho com Gabriel quando ele crescesse, pois achava que com aqueles olhos azuis, a mulherada toda cairia matando em cima dele. estava enganada.
Com 10 anos Gabriel se tornou a maior decepção da minha vida!
Até então fingia que não via, achava que era coisa de criança e que logo iria passar. estava apenas tapando o sol com a peneira, fingindo não saber, fingindo não enxergar o óbvio bem ali na minha frente. a verdade nua e crua escancarada para quem quisesse ver: meu filho é 1 viadinho!
No momento em que resolvi aceitar a verdade, todo meu amor por Gabriel sumiu. sinto nojo, ódio, não sei! só sei que não quero mais ele! não consigo mais ficar perto dele! acabou!
Droga, meu único filho, o que fiz de errado para merecer isso?
Por que Deus está fazendo isso comigo?
Uma criança tão desejada, cercada de amor e carinho! não falta nada!
Tem sido demais para mim, não quero mais conviver com isso! não consigo mais olhar na cara dele! já falei tudo para o meu marido.
Quero que Gabriel vá embora!


Enviado por: Ex-Mãe.
Imagem: google.

Quando Fugi com meu Namorado para o Rio de Janeiro.

Olá!
Me chamo Rúbia e tenho 29 anos.
Essa história aconteceu quando eu tinha meus 16 anos de idade. naquela época eu era jovem, sonhadora e muito, mas muito romântica mesmo. acho até mais que isso, eu era ingênua mesmo!
Namorava escondida o Clécio, que além de 6 anos mais velho, era... não tinha muito dinheiro, digamos assim. namorava assim porque meus pais nunca aprovariam nosso namoro. Clécio foi meu 1º namorado.
Eu já estava cansada de proibições, de castigos e de não poder nem ligar para o Clécio. ele também já estava cansado de não poder nem falar comigo. meus pais estavam matando nosso o amor, que naquela época estava no seu auge! tanta pressão, tanto sofrimento nos impedindo de sermos felizes, que só tinha uma solução: fugir!
Resolvemos ir para o Rio de Janeiro. estava tudo acertado, Clécio tinha 1 amigo morando lá e dividiríamos o apartamento com ele até as coisas se acertarem. seria1 sonho maravilhoso, viver com meu amor no sol e no mar do Rio de Janeiro. estava contando as horas!
Partimos, de ônibus, para o Rio de Janeiro. saímos com quase nada, apenas duas mochilas de roupas, o bolso vazio e cheios de amor no coração! aos meus pais, deixei apenas 1 bilhete me forma de adeus.
Bem cheguei, percebi que as coisas não eram tão românticas assim como eu pensava. o tal apartamento, na verdade 1 cubículo que eles chamavam de conjugado, além de feio era muito apertado. e ficava mais apertado ainda quando a namorada do amigo do Clécio chegava com o filho. e o pior de tudo isso era que o local ficava no subúrbio, bem longe da praia. não tinha ar-condicionado, tevê a cabo, dormíamos no chão, não tinha telefone nem internet. resumindo, era o inferno em poucos metros quadrados! até comida faltava. 4 dias foram o suficiente para eu ligar para os meus pais (de 1 orelhão, coisa que nunca tinha feito na vida, e à cobrar) para eles virem me buscar. não fiquei com remorso por ter fugido daquela vida miserável, fiquei sim foi aliviada!
Pelo menos essa aventura toda serviu para eu aprender uma lição: romance é bom em filmes, na vida real é uma merda!


Enviado por: Rúbia.
Imagem: blogrota-66.blogspot.
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